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Antónia Balsinha é uma poetisa versátil. Não faz uns versos de vez em quando para preencher vazios de tempo. Ela faz poemas atrás de poemas, como se jorrasse dentro dela uma fonte de palavras. Não compõe poemas à volta do mesmo tema, varia, muita paisagem da natureza e assuntos da vida a inspiram. Assim, este livro está dividido em sete partes, que vão desde "A natureza em mim" até "Quotidianos e Vivências". Como é uma mulher preocupada com o mundo e com os outros, não faltam poemas reunidos em "Reflexões, inquietações, liberdades", "Sentimentos, Sofrimentos" ou "Mulher, mulheres". Não esquece "Palavras e Rimas", pois as palavras fascinam-na, por isso gosta de as compor como se fossem um dos seus trabalhos de tapeçaria. Para além da poesia, Antónia Balsinha também é uma artista. Não admira que também a Arte que a rodeia a tenha inspirado, tendo reunido esses poemas na parte "Tempos e Artes". São precisamente imagens de retalhos de tapeçarias suas que ilustram este livro. Os poemas de Antónia Balsinha leem-se com muito agrado. São sobretudo poemas de mensagem, burilados com a beleza da rima, alguns sentimo-los até como se tivessem cor.
É expressiva esta quadra: «Com lágrimas de sonhos/ Desde tenra criança/ Trago séculos em mim/ A viver na esperança».

Para Lá da Cortina é um livro de poesia onde a vida se observa a meia-luz: entre o que se mostra e o que se guarda, entre o mundo exterior e o território íntimo da memória, do sonho e da perda.

Organizada em três partes — O Mundo Aquém da Cortina, A Cortina dos Meus Olhos e O Mundo Além da Cortina —, esta obra percorre afetos, lembranças, quotidianos simples e grandes emoções, sempre através de uma escrita direta, sensível e profundamente humana. A cortina surge como metáfora recorrente: ora proteção, ora limite, ora convite para espreitar o que está para lá do visível.

Nos poemas de Aida Dinis Sampaio vivem a infância, a maternidade, a saudade, o amor, o cansaço, a fé, a natureza e o tempo que passa. Há mar, estrelas, jardins, pássaros, silêncio e palavra dita sem artifício. A poesia nasce do coração e assume-se sem pretensão académica, mas com uma autenticidade que aproxima o leitor de cada verso.

Para Lá da Cortina é um livro para ler devagar, para reconhecer emoções próprias nas palavras de outro e para aceitar que, mesmo quando a cortina se fecha, há sempre vida, sonho e poesia do outro lado.

Escondida numa terra longínqua, a sombria feiticeira Memphala planeia mergulhar Elessia numa escuridão eterna.
 
Lucius nada sabe dos seus planos. O clérigo caçador de monstros procura-a por um motivo muito mais pessoal: vingança. Pois o seu encontro anterior com Memphala deixou-o surdo à voz da sua divindade patrona, a Senhora da Lua Prateada.
 
Enquanto vagueiam pelas terras de Garm à procura do esconderijo da feiticeira, Lucius e o seu companheiro — o atirador reformado Oskar — deparam-se com duas caras do antigo grupo de Oskar: uma espadachim poderosa com um passado secreto e o seu parceiro, ágil de dedos e explorador de túmulos.
 
Juntos, enfrentam o seu maior desafio face a uma companhia de mercenários implacáveis. Em jogo está um artefacto antigo, a própria máscara que Memphala procura para reclamar poderes divinos.
 
No entanto, uma entidade muito mais sombria e intemporal observa das sombras, a distorcer os fios do Destino enquanto aguarda o seu momento…
 
Máscara da Lua Eterna é o segundo capítulo de uma trilogia de fantasia épica, repleta de acção, espada e feitiçaria. Leitores e críticos compararam-na a A Roda do Tempo e A Cadeira de Ossos de Dragão.
Quando o crepúsculo cai sobre Garm, os mortos não descansam.
 
O guerreiro-sacerdote Lucius passou a vida a caçar monstros e a proteger os inocentes. Mas quando chega a uma remota vila de montanha, encontra o templo da sua deusa profanado, o seu companheiro clérigo assassinado e sussurros de um mal oculto nas profundezas assombradas.
 
Ignorado por governantes desconfiados e perseguido por criaturas vampíricas, Lucius desce aos confins proibidos—apenas para ver as suas preces ser recebidas com silêncio.
 
Em tal lugar sombrio, privado da orientação divina e atormentado pela dúvida, terá de enfrentar inimigos implacáveis e desvendar segredos que ameaçam abalar a vila até ao seu âmago.
 
Pois sob a pedra profunda esconde-se um inimigo ancestral, que passou milénios a fugir da luz da deusa de Lucius. Agora, não olhará a meios para manter o seu controlo sobre Garm… e reclamar a alma do último campeão d'Ela.
 
A trilogia Sombras Sobre Garm está completa.
 
Lucius falhou. O Deus do Sangue derrotou-o e acorrentou a alma do sacerdote à da sua mais odiada inimiga.
 
A maldição do Deus do Sangue afasta o clérigo caçador de monstros, Lucius, dos seus poderes divinos precisamente quando mais precisava deles. Ao mesmo tempo, priva a sombria feiticeira Memphala da imortalidade que a sustentou durante milénios.
 
A sua única hipótese de sobrevivência é trabalhar juntos para desvendar os segredos da magia de sangue e vencerem o terrível deus no seu próprio jogo.
 
Mas, enquanto ambos batalham pelas ruínas da capital de Garm amiúde uma população enlouquecida pela maldição do deus perverso, ergue-se um novo avatar da Lua Prateada —e ela não irá tolerar a ligação de Lucius com as trevas…
 
Uma Lua Quebrada é o derradeiro capítulo de uma trilogia de fantasia épica, repleta de acção, espada e feitiçaria. Leitores e críticos compararam-na a A Roda do Tempo e A Cadeira de Ossos de Dragão.

Após quase quatro décadas de investigação séria e dedicada, os autores deste livro partilham uma reflexão lúcida sobre o enigmático fenómeno dos OVNIs — Objectos Voadores Não Identificados. Longe de prometer respostas definitivas, esta obra apresenta uma análise fundamentada, racional e desprovida de fantasias, baseada em conhecimento científico ortodoxo e anos de observação meticulosa.

Sem recorrer a teorias especulativas ou explicações fantasiosas, os autores exploram a possibilidade de fenómenos inexplicáveis no nosso espaço aéreo — ocorrências que, pela sua natureza e comportamento, desafiam a nossa compreensão tecnológica atual e levantam a possibilidade de origens extraterrestres.

Mais do que tentar desvendar um dos maiores mistérios contemporâneos, este livro propõe-se a separar o possível do improvável, oferecendo ao leitor uma visão crítica, honesta e experiente sobre um tema tantas vezes envolto em especulação.

Uma leitura indispensável para quem procura compreender o fenómeno OVNI com seriedade, rigor e espírito científico.

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